Se o atual paradigma é “a empresa não tem mais jeito”, então as mudanças são profundas e estão enraizadas na cultura dos mais antigos funcionários. Quebrar paradigmas é a palavra de ordem na era do conhecimento. Criar algo novo não é necessariamente inovar, inventar, mas reconstruir, refazer, repensar outra maneira de pensar a organização como uma empresa moderna, contemporânea, politicamente correta, sustentável, biodegradável, que respeite o ar, a água, a saúde, o bem estar. Que produza sem danificar, sem desregular o meio ambiente, sem alterar a bioesfera, sem poluir, sem agrotóxicos, sem conservantes que danifiquem o planeta.
É difícil imaginar que mudanças nas organizações possam estar acontecendo porque as tecnologias estão deixando perceber, visualizar, o que antes estava escondido pela fumaça do progresso industrial perverso. É difícil imaginar que as pessoas da era do conhecimento pesquisam e avaliam suas posições individuais, de formação, de cultura, de colaboração uns com os outros, de interatividade, de virtualidade.
Após a organização descobrir os paradigmas existentes hoje, poderá começar a trabalhar para identificá-los, quebrá-los e extingui-los. Muitas ferramentas permitem enxergar os atuais paradigmas nas organizações. O Business Intelligence é um sistema que permite através de ferramentas como data warehouse, online analytical processing e data mining, manipulam as informações para extrair delas os paradigmas existentes.
Indivíduos antigos na organização valem peso de ouro hoje em dia, pois são a cultura viva de como a organização era e como funcionava, e o que ela deixou de fazer, em algum momento de sua história, que a fez perder pouco a pouco a sua capacidade de resolução de problemas, perderem vantagens competitivas, sair de uma situação de supremacia do setor para míseros percentuais de vendas na área de atuação. Muitas organizações se utilizam das crises momentâneas ou ocasionais para trocar os funcionários antigos pelos mais jovens, com salários menores, e com uma cultura nova, universitária, imediata.
Uma das quatro maiores razões das organizações quebrarem é a perda da cultura organizacional, as outras três são: tecnologia ultrapassada, aumento do grau de incerteza na tomada de decisões estratégicas e gestão sem conhecimento.
Descobrindo seus paradigmas as organizações conseguem descobrir seus lados fracos e seus lados fortes. Indústrias na modernidade não podem trabalhar como se fosse à era industrial. Os tempos são outros, os recursos são escassos e caros, a margem para erros são bem menores, e as pessoas contratadas hoje em dia, não querem abrir mão da aprendizagem contínua, das oportunidades que a organização oferece para crescimento individual. É preciso descobrir e rápido o que a empresa tem de eficiente e eficaz e aprimorar, e o que tem de ineficiente e ineficaz para exterminar ou aprimorar para reversão.
PARADIGMAS TECNOLÓGICOS – ERA INDUSTRIAL
Muitas organizações atuais apregoam que seus sucessos ou insucessos se devem a tecnologia. Ou porque a estão utilizando de maneira melhor possível e isso alavancou os negócios, criou conhecimento e está inovando cada vez mais, ou porque ainda não a descobriram e possuem forte apelo à produção convencional, índices de produtividade baixos, vendas locais por temer redes de distribuição globais, parques industriais com tecnologia defasadas ou desatualizadas.
A tecnologia enquanto ferramenta de apoio a captação de informações, processamento de informações, ferramentas de lapidação da informação, tem contribuído nas últimas décadas sobremaneira para causar avanços significativos. As tecnologias de informação e comunicação representam para o mundo da era do conhecimento parte fundamentais do processo de modernidade, melhorias organizacionais e aumento substancial nas vantagens competitivas.
As organizações que estão fora dos recursos tecnológicos enfrentam barreiras no acesso as informações, nos projetos de parcerias, nas comunicações com fornecedores e clientes, nos projetos de licitações governamentais, nas perspectivas de ampliação do projeto de globalização, vendas para o exterior, redes de distribuição, etc.
A tecnologia hoje incorporada aos negócios não é mais uma opção, é uma obrigação, sem a qual a organização está fora dos grandes negócios, das parcerias necessárias e dos grupos de negócios que se fazem através das comunidades fechadas e abertas, das comunidades sociais e das comunidades de prática das grandes corporações.
O paradigma da tecnologia ou da falta dela na organização é o grande paradigma a ser vencido, ultrapassado, percorrido e perseguido pelas organizações contemporâneas. Alguns paradigmas já foram vencidos pela maioria das organizações: aquisição de computadores, computadores em rede, uso da Internet, criação de intranet, extranet para fornecedores, e uma série de serviços disponíveis hoje em dia que agilizam, aperfeiçoam, potencializam e melhoram as culturas corporativas.
GESTÃO DE PESSOAS – ERA INDUSTRIAL
Os paradigmas existentes em relação aos indivíduos que trabalham nas organizações hoje em dia são enormes e demandam muito esforço de capacitação e melhoria de novas necessidades de cultura corporativa, de formação de competências, novas habilidades e atitudes.
Os paradigmas da era industrial ainda estão nas empresas, porque os indivíduos que trabalham nelas vieram desta época trazem em suas experiências e vivências, gestões que contemplavam o pensamento da época e reflexões sobre a estrutura organizacional imposta em função do produto e ou serviços e não em função das pessoas. As novas gerações de indivíduos que se empregam nas organizações não estão impregnados das metodologias da era industrial e possuem uma nova visão administrativa voltada para a gestão do conhecimento e da aplicação de práticas e metodologias moderna e contemporâneas.
Muito se fez e muito há por fazer para as novas gerações de organizações que tratam a informação para melhorar a sua tomada de decisão. A gestão de pessoas busca o desafio de modernizar e trazer as organizações para a atualidade, através de habilidades e métodos, políticas, técnicas e práticas, que objetivam administrar os comportamentos internos visando potencializar o capital humano e intelectual.
Os Paradigmas existentes vão desde a forma como as organizações recrutam e selecionam novos indivíduos para os seus quadros funcionais, e como elaboram seus treinamentos e desenvolvimentos organizacionais. A rede de possibilidades existentes hoje em dia demonstra que os planejamentos estratégicos voltados a melhoria cultural da organização devem ser constante revistos tendo em vista a mudança de comportamentos na forma e conteúdo de se buscar novos valores e manter os talentos na organização.
A gestão de pessoas está focada nos grupos formais e as comunidades de prática para exercer papel fundamental na melhoria educacional e cultural da organização, desde as estratégias claras e definidas, sustentadas por gestões participativas, promovendo a gestão de competências, que irá elaborar metodologias para aperfeiçoar cada indivíduo em suas habilidades e atitudes necessárias para construir um perfil comportamental e técnico que esteja afinado com os objetivos da organização.
Os projetos de formação e capacitação das pessoas na era industrial estavam atrelados a cultura do produto ou do serviço, e as gestões administrativas e financeiras visavam essencialmente à operacionalidade interna da organização, pouco ou quase nada com envolvimento com o mercado, a não ser os departamentos e setores da organização que compravam ou vendiam os insumos e produtos.
A instrumentalização da gestão de RH da era industrial baseava-se principalmente nos recursos de capacitação formal e instrumental dos indivíduos, não havendo um planejamento estratégico de captação e retenção de valores ou talentos. A rotatividade era alta e a cultura organizacional se refazia o tempo todo, com o troca-troca da alta direção.
A educação corporativa, coordenada pelos departamentos de RH e treinamento eram orientados principalmente para a formação básica. Como a informação da organização não estava disponível para todos, os indivíduos buscavam reter a informação como forma de segurar seus empregos e prevalecia a ordem de que “ninguém sabe como isso é feito!” e “a empresa não pode me demitir porque ninguém saber como fazer isso” e outras.
As bases de dados eram fechadas, sem acesso por todos, e as informações estratégicas pertenciam apenas a uns poucos indivíduos. Os fluxos de informações eram direcionados basicamente para o andamento da produção e dos documentos formais da organização.
PARADIGMAS ATUAIS NA ERA DO CONHECIMENTO
Hoje as organizações possuem a contribuição das tecnologias de informação e comunicação. Todos os indivíduos têm acessos a muitas informações sobre a empresa. Os indivíduos sabem a opinião que o mercado tem da organização, estão disponíveis na Internet, nas comunidades sociais e virtuais. A troca de informações é bem mais rápida através de equipamentos móveis. Os indivíduos se relacionam mais pela Internet formando grupos de estudos, de lazer, de discussão, fóruns de debates, grupos informais e educação corporativa bastante participativa e colaborativa.
Nos novos paradigmas as velocidades de captação são ágeis, o montante de informações diárias é volumoso, requerendo sistemas e ferramentas que captem a informação e que seja trabalhada, preparada para os tomadores de decisão. As tecnologias de informação trouxeram ferramentas como data warehouses, depósitos de dados que permitem analisar grandes volumes de dados. A ferramenta mais conhecida para exploração de uma data warehouse é a Online Analytical Processing (OLAP), ou Processo Analítico em Tempo Real.
Com o advento da Internet e do volume de dados crescendo ano após ano, se fez necessário também ferramentas que pudessem depurar em tempo real as milhares de informações que chegavam nas organizações diariamente. Assim a implementação de data warehouse passou a ser um grande diferencial competitivo nas organizações e a ferramenta mais importante utilizada pelo Business Intelligence, sistema este que coordena todas as ferramentas que participam da gerência e apoio à informação. Tudo isso para diminuir drasticamente o percentual de incerteza nas tomadas de decisão e criar assim vantagens reais de competitividade.
Business Intelligence, também chamado de Inteligência Empresarial, refere-se ao processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte para a gestão do negócio ou para tomada de decisão. Este termo surgiu recentemente, na década de 80, e descreve as habilidades que as organizações criaram para explorar informações (de dentro da data warehouses) a fim de melhorá-las em seu entendimento auxiliando significativamente os tomadores de decisão. No novo paradigma da era do conhecimento, uma organização tem obrigação de saber dentre os dados guardados em seus bancos de dados, quais são informações vitais e importantes e transformá-las em informação qualitativa e estratégica.
Os novos paradigmas tecnológicos de informação trabalham em plataformas multidimensionais, normalizados (formato de dados consistentes, minimizando espaços, redução de redundâncias), o que aumenta substancialmente o desempenho das consultas. A grande vantagem desde modelos multidimensionais é a capacidade de inter-relacionarem várias tabelas (JOIN), permitindo visões de diagnósticos sobre a organização, mercado, governo, ou saúde financeira.
Os sistemas OLTP (Online transation processing) , são sistemas que têm a tarefa de monitorar processar as funções básicas e rotineiras de uma organização. Informações como folha de pagamento, faturamento, estoques, compras diárias, venda de produtos, fluxo de caixa, e outros. As organizações com vantagens competitivas investem muito em informações front-in, isto é, informações que ocorrem em tempo real. No paradigma da era industrial, estas informações só ficariam prontas depois de contabilizadas, alguns dias ou meses depois dos fatos geradores. Na era do conhecimento, estas informações estão disponíveis segundos depois que foram geradas no sistema, dando acesso a todos na organização que precisam desta informação para tomada de decisões.
Data mining, ou comumente chamados de mineração de dados, são processos de descoberta de padrões existentes em grandes massas de dados. Esta tecnologia permite, por exemplo, traçar perfis individuais de consumo, de visitas a sites, de consumo em cartões de crédito e assim por diante.
No novo paradigma as organizações acumulam conhecimento e inteligência na medida em que investem em projetos de informações que lhes dão sustentação em suas vantagens competitivas. Para algumas organizações esta cultura é vital para sua própria sobrevivência. Muitas organizações nasceram para trabalhar essencialmente com a informação e fornecer aos seus clientes uma informação mais pontual, dirigida aos objetivos pontuais. Estes serviços permitem que os indivíduos não percam muito tempo buscando informações em jornais e revistas e Internet. Pois acabam lendo muito “lixo”. Estas organizações produzem um objeto chamado de “clipping”, notícias curtas, rápidas, mas precisas nos negócios e que são hoje muito vendáveis.
A maioria das grandes corporações compra e gera muitos clippings, para seus indivíduos, seus grupos formais, informais, comunidades de prática, e empregados que lidam com a informação estratégica.
Outro paradigma da modernidade são os CRM (Customer Relationship Management, conjunto de processos e tecnologias que geram relacionamentos com clientes efetivos e potenciais e com parceiros de negócios através de marketing, das vendas e dos serviços, independentemente dos canais de comunicação que sejam utilizados.
Os novos paradigmas estão preocupados em uniformizar as informações e processos para melhorar os negócios, saber onde estão os clientes, o que eles estão comprando e realizar um marketing agressivo para que se voltem às organizações.
Se numa época bem recente os esforços eram para manter as organizações focadas nos clientes, na modernidade, o paradigma é manter os clientes focados na organização. Os instrumentos que permitem isso são: sistemas, ferramentas, inteligências e gestão.
TIMES INFORMAIS – NOVOS PARADIGMAS
Dentro das organizações, os grupos informais como as comunidades de prática possuem acessos ao mercado com muito mais rapidez e discrição do que os grupos formais de comunicação. Desta maneira, as organizações depositam nestes encontros de network e estudos, uma forma de se ter informações privilegiadas. Assim sendo, investem muito em capacitação de seus indivíduos, mesmo que estes já apresentem um alto gabarito cultural. Nem sempre estão atrás de formação ou capacitação empresarial, mas de informações novas, novas ideias, novos conceitos e novos paradigmas.
Entretanto são os TIMES INFORMAIS que possuem as melhores prerrogativas, pois acumulam altos postos na organização e podem usufruir de encontros, palestras e reuniões com diretores, superintendentes e presidentes de organizações para troca de informações, aprendizagens, parcerias, fechar negócios, e consolidar seus espaços e territórios no concorrido mercado globalizado.
Os TIMES INFORMAIS através destes encontros também viabilizam a busca de talentos no mercado que possam contribuir com suas expertises e lições sobre comportamentos, vivências e experiências nas relações e atitudes, bem como, nas habilidades e competências. Uma das aplicações mais conhecidas dos TIMES INFORMAIS são os encontros de gestão do conhecimento que ocorrem cada vez com mais assiduidade. Nestes encontros são discutidos os principais aspectos de como as informações se transformam em conhecimentos e de como os indivíduos podem transformar estas informações em conhecimentos.
Enquanto no paradigma da era industrial era conquistar novos clientes, nos paradigmas atuais, a preocupação principal é mantê-los clientes, assíduos, potenciais, reais, torná-los “habituados” aos produtos e serviços da organização. Para isso, é preciso conhecer o cliente e saber do que ele gosta e como ele pensa e qual o seu perfil de consumo. Os CRM´s podem auxiliar nesta administração construindo classificações, mas são os TIMES INFORMAIS que vão até os clientes, vivendo como eles, participando dos seus eventos, gostando das mesmas coisas, percorrendo seus passos.
Nos paradigmas da era industrial os indivíduos eram chefes, controlavam pessoas, centralizavam a autoridade, estabeleciam objetivos, dirigiam com regras e regulamentos, e o foco departamental. Na era do conhecimento o atual paradigma é para indivíduos que sejam facilitadores, distribuam liderança, conciliem visões e estratégias, guiam com valores compartilhados, colaboram e unificam, possuem o foco mais ampliado e sentem que a empresa é o centro do seu trabalho e não o departamento.
NOVOS PARADIGMAS PARA EMPRESAS E INDIVÍDUOS
Na atual administração das organizações os postos de comandos são operações de contingências e reagem às estratégias e táticas, são maximizadas constantemente, e possuem flexibilidade e inovação permanente, protegem-se contra a obsolescência e a falta de aculturamento empresarial possui alto nível de comunicação entre os postos, e colaboração permanente.
Quanto aos indivíduos ocupando postos de comando nas organizações, são direcionados para interpretarem constante uma realidade em constante mutação e transformação, buscam a eficiência e eficácia de seus aparelhos e ferramentas, desenvolvem e promovem as capacidades dos seus subordinados, buscam constante aprendizado organizacional, criam, facilitam, promovem e disseminam todo e qualquer conhecimento da organização da seus indivíduos e para seus pares.
A tecnologia trouxe os computadores, a automação, a internet, as informações e a necessidade de se interpretar e tomar decisões. Uma nova necessidade de se relacionar interna e externamente, buscando parceiros, conhecimentos, clientes, fornecedores, soluções para melhorar e aumentar a competitividade.
A tecnologia trouxe, portanto a complexidade e com ela a necessidade de se ter muito mais conhecimento do produto, das pessoas, das outras empresas, das concorrentes, do governo, do mercado.
Há muito mais inteligência embutida nos produtos e serviços do que na era industrial. Surgem novos produtos, novos serviços, inovação tecnológica, processos complexos, ferramentas de gestão. Na era industrial o modelo de produção era a escala, a mão de obra especializada, o tempo de resposta das decisões era grande, o espaço de atuação era limitado e definido, resultado de produção era sempre tangível.
Na era do conhecimento, o modelo de produção é flexível, a mão de obra é polivalente e empreendedora, as decisões são tomadas em tempo real, o espaço de atuação é ilimitado e indefinido e o resultado da produção po9de ser intangível.
Neste novo paradigma o fator de produção é o conhecimento. As atividades agravam valor, os conhecimentos agregam valor, a tecnologia agrega valor.
Na atualidade o que se busca são vantagens competitivas, através de qualidade, e competências de seus membros, capaz de entender estes fenômenos, conhecimento do negócio, flexibilidade às mudanças, respeito às diferenças e desigualdades, trabalho em equipe, saber lidar com incertezas, não deixar de errar, aprender com os erros, ser adaptável, reciclável e aprender a aprender sempre.
Na cadeia de comando, os novos paradigmas são comandos interdisciplinares, transversais, saber ouvir, dividir resultados e sucessos, responsabilidades distribuídas, comandos sem fronteiras e feudos, visão do departamento, da empresa como um todo e do mercado. A busca pela especialização sem perder o foco da visão sistêmica, foco no capital humano, na capacidade intelectual, geração automática de competências, promoverem melhorias nas habilidades necessárias, e mudança de atitude.
No novo paradigma, os comandos investem em conhecimento, tácito e explícito, sabe mais aquele que se dão as condições de aprender mais. O comando foca pessoas e não processos, foca nos objetivos e não nos controles. As novas cadeias de comandos investem em estratégias eficazes, buscam resultados, alteram constantemente os meios, buscam informações de diferentes fontes, incentivam a criatividade, inovam, investem em tecnologia de ponta.
Nas cadeias de comando das organizações, os gestores estão mais preocupados com as pessoas e investem em educação corporativa constante, continuada, motivam seus indivíduos para mudanças. As organizações que entendem os seus paradigmas atuais também conquistam suas vantagens competitivas, porque o maior desafio antes de entender o que está acontecendo com a organização é entender o que está acontecendo com as pessoas.
Professor Cláudio de Musacchio
http://musacchio.webnode.com.br
02/01/2012
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